
A Caixa Econômica Federal realiza nesta sexta-feira (24) o pagamento da parcela de abril do Bolsa Família para beneficiários com o Número de Inscrição Social (NIS) de final 6. O valor mínimo do benefício é de R$ 600, mas com os adicionais, o valor médio pago às famílias chega a R$ 678,22.
Neste mês, o programa do Governo Federal atenderá 18,9 milhões de famílias, com um investimento total de R$ 12,8 bilhões. O Bolsa Família conta com três tipos de adicionais além do valor base.
Detalhes dos adicionais do Bolsa Família
O Benefício Variável Familiar Nutriz concede R$ 50 por seis meses a mães de bebês de até seis meses de idade. Há também um acréscimo de R$ 50 para gestantes e nutrizes (mães que amamentam), R$ 50 para cada filho de 7 a 18 anos, e R$ 150 para crianças de até 6 anos.
O pagamento do Bolsa Família tradicionalmente ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. Os beneficiários podem consultar detalhes sobre datas, valores e composição das parcelas pelo aplicativo Caixa Tem.
Pagamento unificado para cidades afetadas
Em 16 de maio, beneficiários de 173 cidades em 11 estados receberam o pagamento de forma unificada, independentemente do NIS. A medida priorizou municípios do Rio Grande do Norte afetados pela seca e cidades mineiras atingidas por enchentes.
Também foram incluídas localidades no Amazonas, Bahia, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Roraima, São Paulo e Sergipe. Essas cidades enfrentaram chuvas intensas, estiagens ou possuem populações indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista completa dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.
Mudanças recentes no programa
Desde 2024, o Bolsa Família não inclui mais o desconto do Seguro Defeso, conforme estabelecido pela Lei 14.601/2023. O Seguro Defeso era destinado a pescadores artesanais durante o período de reprodução dos peixes.
Regra de proteção: 50% do benefício por até dois anos
Cerca de 2,34 milhões de famílias estão sob a regra de proteção em abril. Essa norma permite que famílias que melhoraram sua renda recebam 50% do benefício por até dois anos, desde que a renda por integrante não ultrapasse R$ 706.
A partir de junho de 2025, o tempo de permanência na regra de proteção será reduzido para um ano para novas inclusões. Famílias já enquadradas até maio de 2025 manterão o benefício por dois anos.
Com informações da Agência Brasil







