
O vice-presidente Geraldo Alckmin expressou otimismo em relação a um possível encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Segundo Alckmin, a reunião, caso ocorra, tem potencial para ser benéfica para ambos os países, com foco em temas como big techs e terras raras.
“O presidente Lula é do diálogo. Toda orientação é no sentido de fortalecer a relação Brasil e Estados Unidos. É um ganha-ganha”, afirmou Alckmin, destacando a presença de quase 4 mil empresas americanas no Brasil e a possibilidade de superar barreiras não tarifárias.
Alckmin mencionou que há espaço para negociações em áreas estratégicas, como big techs, terras raras e minerais. Ele também citou o programa “Redata”, voltado para atrair data centers, como uma oportunidade de investimentos recíprocos.
Desenrola: Alívio para famílias e pequenas empresas
O vice-presidente também comentou sobre o novo programa Desenrola, anunciado pelo presidente Lula. O programa visa a renegociação de dívidas para a população com renda de até cinco salários mínimos.
“O Desenrola é necessário porque vai ajudar as famílias. O desconto pode chegar a 90%”, explicou Alckmin, ressaltando que o programa oferecerá juros mais baixos e também atenderá pequenas empresas.
Acordo Mercosul-União Europeia e investimentos suecos
Durante evento na Câmara de Comércio Sueco-Brasileira, Alckmin ressaltou a importância do acordo entre Mercosul e União Europeia para o fortalecimento de investimentos recíprocos e da integração produtiva.
Uma pesquisa da Câmara de Comércio Sueco-Brasileira indicou que 63% das empresas suecas atuantes no Brasil esperam aumentar o abastecimento da Europa com base no acordo Mercosul-UE. Além disso, 49% preveem oportunidades de expansão de exportações brasileiras para a Europa.
A pesquisa, realizada com 60 empresas suecas, também revelou que 73% delas tiveram lucro em 2025 no Brasil, um resultado considerado expressivo. Adicionalmente, 46% das empresas suecas planejam aumentar seus investimentos no país nos próximos doze meses.
Com informações da Agência Brasil







