
A partir de 1º de setembro, micro e pequenas empresas enquadradas no Simples Nacional precisarão emitir notas fiscais de serviço por um sistema unificado em todo o Brasil. A mudança determina o uso exclusivo do Emissor Nacional da Nota Fiscal de Serviço eletrônica (NFS-e), o que implicará a substituição dos sistemas próprios de cada município.
Padronização e desburocratização
A resolução, definida pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), visa a padronizar a emissão de notas fiscais. O objetivo é reduzir a burocracia e aprimorar a integração dos dados tributários entre a União, os estados e os municípios.
Atualmente, a emissão de notas fiscais de serviço varia de acordo com o modelo adotado por cada cidade. Com a nova norma, todas as empresas do Simples, independentemente de sua localização, passarão a utilizar a mesma plataforma.
O que muda na prática?
A principal alteração é a obrigatoriedade do uso do sistema nacional para a emissão de NFS-e. A medida afetará não apenas as empresas formalmente inscritas no Simples Nacional, mas também aquelas que ainda não estão formalizadas, mas que se enquadram nas regras do regime.
Por que o governo implementou a mudança?
A iniciativa faz parte de um esforço maior de digitalização e padronização do sistema tributário brasileiro. A intenção é tornar o processo mais simples e integrado para os contribuintes.
Hoje: Cada município possui seu próprio sistema para emissão de notas fiscais de serviço.
Com a padronização: Todas as empresas do Simples Nacional usarão um único sistema nacional.
Principais benefícios esperados
O governo projeta que a medida facilitará o cumprimento das obrigações fiscais, especialmente para empresas que atuam em diversas cidades. Além disso, a padronização deve ampliar o controle do Fisco sobre as operações e otimizar a organização das informações tributárias em âmbito nacional.
Com informações da Agência Brasil







