
O Conselho do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou alterações bastante significativas no programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida”. Com as novas regras agora em vigor, o teto para o financiamento de imóveis passa para os 600 mil reais, ampliando de forma considerável o leque de opções para quem procura adquirir a casa própria.
Uma das mudanças mais celebradas foi o aumento do limite do rendimento familiar exigido para fazer parte do programa. A partir de agora, os agregados familiares com rendimentos mensais até 13 mil reais também se podem candidatar às condições especiais de financiamento. Esta atualização promete reaquecer o mercado imobiliário e abranger uma boa fatia da classe média que, até então, ficava de fora.
O que muda na prática para as famílias?
Com a inflação no setor da construção, os antigos limites acabavam por dificultar a compra de habitações, especialmente nos grandes centros urbanos, onde os preços disparam. O reajuste nos valores máximos significa que os compradores passam a ter acesso a propriedades maiores, mais bem localizadas ou com melhores acabamentos, mantendo as taxas de juro mais atrativas oferecidas pelo Governo Federal.
Especialistas do setor acreditam que este novo teto de 600 mil reais vai dar um forte impulso à construção civil e gerar novas oportunidades de negócio, facilitando o acesso ao crédito para milhares de cidadãos que desejavam sair do arrendamento.
Como saber se tem direito?
Os interessados devem procurar os canais oficiais da Caixa Económica ou os simuladores disponíveis nas plataformas digitais (através do computador ou do ecrã do telemóvel) para verificar as novas taxas e os enquadramentos de acordo com o rendimento mensal da sua família.







